Não julgue, você não sabe o “fardo” que a pessoa está carregando, você não sabe o que o coração dela está arrastando, você não tem nem ideia do “inferno” que a pessoa está vivendo…
A pessoa não era assim? Não mesmo, mas ela continua vivendo, e as coisas continuam acontecendo, e ela pode estar numa fase da vida onde só quer tua companhia, teu olhar de compaixão, e não um monte de pedras na mão…
Sim, não é certo ficar calado quando todos estão falando, chorar enquanto todos estão sorrindo, discordar quando todos estão concordando, mas quem sabe ela está dando o seu melhor, e com as forças que ainda restam ela está tentando seguir adiante…
Você não consegue continuar falando no celular se a bateria acabar, não consegue seguir a viagem se o combustível secar, não consegue seguir enfrente se uma esperança não encontrar…
Cada um tem seus minuto, dias, semanas, meses ruins, e cada um vai mudando conforme as “surras” que vai levando, da vida, das expectativas, dos amores e dos desamores, e assim quem era falante aos poucos se cala, quem era próximo vai ficando distante, e quem era feliz às vezes ainda encontra um motivo para sorrir…
Então, seja lá o que for que você tenha que tratar com a outra pessoa, deixe o teu julgamento guardado a sete chaves, pode ser que o simples para você, seja doloroso para a outra pessoa, pode ser que o óbvio para você seja o difícil para a outra pessoa, e pode ser que ela simplesmente não tenha nada a ver com você…
Ela está vivendo os lutos dela, e você os teus, portanto, seja gentil, como você gostaria que fossem contigo no teu pior luto, e entenda que nada pode ser generalizado, muitas vezes é preciso estender a mão, ao invés de dar um empurrão!

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